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Vamos celebrar o dia da mãe!!
Estamos no primeiro fim de semana de Maio, e é no primeiro domingo deste mês que se festeja o dia de Mãe.
Sinto um orgulho enorme da minha mãe. Uma mulher de força e coragem, uma amiga e confidente, mais que uma mãe é uma mulher com um coração cheio.
Recordo me quando ela me trazia ao colo, eu ainda criança, da casa da minha avó onde ficava durante o dia. Percorria mais de 1km comigo ao colo num dos braços e com os sacos do trabalho no outro até casa.
A minha mãe teve sempre o poder de tranformar os meus dias em dias mais felizes, através de um livro de história que me comprava, de um pastel de nata que me trazia à sexta feira do mercado ou mesmo quando me ajudava nas cópias e ditados que trazia para fazer da escola.
Hoje mais que uma mãe, no verdadeiro sentido da palavra é minha confidente e amiga. É a pessoa que está sempre a meu lado independentemente de concordar ou não comigo, é a pessoa que me dá os conselhos acertados, que me ajuda quando preciso, mesmo sem lhe pedir.
A ela e a todas as mães, não desejo somente um excelente dia da mãe, desejo muitos dias felizes ao longo da vida.




Este ano para festejar e enaltecer o dia, preparei algo simples e fresco. Uma tarte de laranja sanguínea, deste livro, que foi uma estreia no seu sabor. Já há muito que ouvia falar deste tipo de laranja mas infelizmente na minha zona é difícil, para não dizer quase impossível, encontrar. Foi numa das idas a uma superfície comercial bem conhecida que me deparei com a dita laranja. No saco trouxe mais de meia dúzia de laranjas sanguíneas, na ideia a receita exacta para as usar.




Tarte de Laranja Sanguínea e Tomilho

(receita adaptada daqui)

Ingredientes:

Sumo de 5 laranjas sanguineas
Raspa de 3 laranjas sanguineas
2 hastes de tomilho
100 gr de mel
4 ovos
6 gemas
200 gr manteiga sem sal

* Para massa da tarte:

   200 gr farinha trigo
   50 gr farinha trigo integral
   2 colheres de sopa de tomilho picado
   100 gr manteiga fria em cubos
   50 gr de açúcar em pó
   3 gemas
   Sal q.b.


Preparação:

Comece por preparar a massa. Num processador coloque a farinha, a manteiga, o tomilho e o sal. Processe durante alguns segundos. Acrescente o açúcar em pó e as gemas. processe mais um pouco até estar tudo bem ligado. Retire do processador e de forma rápida amasse um pouco. Embrulhe em película aderente e leve ao frio durante 1 hora.

Entretanto prepare o creme. Num tacho coloque o sumo das laranjas e as haste s de tomilho. Leve ao lume a ferver cerca de  a  minutos ou até reduzir para metade. Retire do lume e descarte as hastes do tomilho. Reserve até arrefecer.

Adicione o mel, a raspa de laranja, as gemas e os ovos. Batendo tudo muito bem até estar envolvido. Leve ao lume novamente até engrossar um pouco. Retire do lume e deixe arrefecer um pouco.

Pré aqueça o forno a 180ºC. Forre uma tarteira com a massa que preparou e por cima coloque uma folha de papel vegetal com feijões. Leve ao forno a cozer por 10 minutos. Depois retire o papel vegetal e os feijões e deixe cozer por mais 5 minutos.

Retire a tarteira do forno e disponha o creme de laranja. Leve novamente ao forno por mais 15 minutos ou até o creme começar a ficar dourado.

Retire do forno e deixe arrefecer.Sirva frio decorado com rodelas de laranja sanguínea e folhas de tomilho.







O calendário marca a estação da Primavera, mas lá fora o tempo que se faz sentir é semelhante ao Inverno. Dias mais frios, com a chuva que não dá descanso e o céu cinzento que teima em permanecer, é este o cenário com o qual temos lidado nestes últimos tempos.
Gosto de dias de pleno sol, céu azul e temperaturas amenas. Tenho saudades dos dias de plena Primavera que agora raramente se vive. Daqueles em que se vestia uma t-shirt e bastava um casaco de malha fino para nos aconchegar quando as temperaturas baixavam ligeiramente. Ou de calçar as sabrinas sem ter medo que os pés se molhem, pois não haveria chuva.
Mas enquanto este tempo não dá tréguas é hora de convidar amigos e família para almoços e tardes de convívio. É hora de nos aconchegarmos no sofá, ainda de lume aceso e colocar a lista de filmes e séries em dia. Ou até mesmo de ir à biblioteca cá de casa e revisitar a prateleira dos livros desfolhando-os novamente como se fosse a primeira vez.




Dias de cor cinza são dias de preguiça. E dias de preguiça sugerem sobremesas rápidas e fáceis de preparar. Se a vontade de ligar o forno e preparar um aromático bolo de laranja ou um guloso bolo de maça e canela é muita, a receita de hoje não é feita em forno mas é igualmente um conforto para o estômago e a alma.
Com uma textura suave e aveludada, que se desfaz a cada colherada esta pannacotta tem um sabor bem forte e único do caramelo. Seria algo bem mais simples se a ele não se junta-se um pralinê de noz. Desengane-se de pensar que este pralinê demorará horas a preparar e será uma receita complexa. Nada disso!! Tomem nota da sua preparação, pois o crocante será a cereja no topo do bolo, ou melhor, no cimo da pannacotta.





Pannacotta de Caramelo e Pralinê de Noz

Ingredientes:

300 ml de Natas
100 ml de Leite
100 gr Açúcar baunilhado
3 folhas gelatina

* Para praliné:

 1/2 Chávena de nozes picadas grosseiramente
 1/4 Chávena de açúcar

Preparação:

Comece por levar a lume brando o açúcar baunilhado até o mesmo estar derretido e em caramelo. Utilize uma colher de pau para mexer.
Noutro recipiente aqueça o leite com as natas, até ficar quente. Reserve.
Demolhe as folhas de gelatina em água fria.
Quando o caramelo estiver preparado, adicione o preparado das natas com muito cuidado para não salpicar. Cuidado para não se queimar. Mexa muito bem e leve a lume brando novamente. Retire o excesso de água das folhas de gelatina e adicione as mesmas ao preparado. Misture bem até dissolver. 
Disponha o preparado da pannacotta por taças ou copos de servir e quando estiver fria leve ao frigorífico 2 a 3 horas antes de servir ou até solidificar.

Pode preparar o pralinê colocando num tacho o açúcar. Leve ao lume até derreter totalmente ficando caramelo. Acrescente as nozes picadas grosseiramente e envolva bem. Com a ajuda de uma colher coloque o preparado do caramelo e nozes sobre um pedaço de folha de papel vegetal e deixe arrefecer e endurecer. Quando estiver duro, corte com uma faca até ficar em pedaços mais pequenos.

Polvilhe o pralinê de noz sobre a pannacotta e sirva.










Nunca me canso de visitar regularmente o quintal dos meus pais. São as árvores de fruto que encarregam de se mostrarem deslumbrantes e bem vistosas a cada estação ou os legumes e vegetais que brotam da terra como que se reproduzissem a cada olhar. Desde pessegueiros, a pereiras, cerejeiras, nespereiras e mais umas tantas outras árvores de fruto, passando pelo cultivo de couve, cebolas, tomates, alfaces, pepinos e por vezes até meloa. Uma infinidade de coisas boas incomparáveis em termos de sabor e nutrientes.

A minha última visita, tal como todas as outras, foi bastante produtiva. Desta vez para além dos limões e das cebolas, do molho de nabos e das tangeras, são as laranjas que se revelam. Laranjas enormes e bem sumarentas. São menos de meia dúzia as laranjeiras do quintal, mas sempre me lembro daquelas árvores naquele mesmo sitio e eu de forma repetitiva ano após ano lá vou colher cada laranja com a calma e serenidade que eu gosto. Uma maiores outras mais pequenas, são as de casca mais grossa que me seduzem. Desenganem-se quem acha que não têm sumo. Nada disso, têm tanto de sumo como de doce. Um par de laranjas e já me enche a barriga.

Assim, aliado ao cesto recheado de laranjas está a vontade de preencher fins de semana preguiçosos, daqueles que me levam até ao sofá embrulhada numa manta a ver de forma ordenada séries e filmes, daqueles em que queremos perfumar a casa com aromas gulosos, daqueles que me fazem ligar o forno e preparar algo que encha de magia qualquer lanche de domingo.





Não escondo o gosto pelos citrinos e nada melhor e mais apropriado que preparar um bolo com uma massa suave e bem aromatizada com o sabor da laranja que casa na perfeição com o azeite que a receita também comporta. Azeite esse também  da última colheita do passado ano. Faz-se magia ao misturar de forma delicada a massa, envolvendo-se todos os ingrediente ao som das baladas do coração e com todo o amor que a receita pede. A receita estará pronta quando a massa é recebida numa forma linda, na minha nova forma Crown da Nordic Ware. Um presente de Natal bem saboroso e que me surpreendeu (ainda há amigas do coração).

A escolha foi mais que perfeita. Uma escolha que me leva às minhas memórias e recordações. Leva-me até à cozinha da casa dos meus pais, num sábado à noite, onde a minha mãe preparava sempre um bolo para o pequeno almoço e lanche de domingo. Quase sempre o de laranja era o eleito. Enquanto o bolo cozia no forno ainda a gás, eu teimosamente e de forma deliciada, olhava sobre o vidro do forno o bolo que ganhava vida e forma, sabor e cor. A minha mãe por sua vez preparava a calda com o sumo da laranja e açúcar que depois era colocada sobro o bolo ainda quente, por forma o tornar ainda mais apetecível e viciante. 

Para vós deixo as minhas memórias e uma fatia de um bolo simples de preparar que acompanha muito bem qualquer chávena de café ou chá. Um bolo de sabores simples mas não menos guloso.





Bundt de Laranja e Azeite

Ingredientes:

5 Ovos
290 gr de Açúcar
280 gr de Farinha
1 colher chá de fermento em pó
130 gr de Azeite
150 ml de Sumo de Laranja
Raspa de 2 laranjas
Açúcar em pó q.b.


Preparação:

Comece por pré aquecer o forno a 180 ºC. Unte uma forma com manteiga e polvilhe com farinha, ou unte apenas com spray desmoldante. Reserve
Numa taça bata os ovos com o açúcar e a raspa de laranja. Bata por cerca de 5 minutos ou até o preparado duplicar de volume. Acrescente o azeite e o sumo de laranja. Misture tudo muito bem. Por fim adicione a farinha com o fermento e envolva tudo de forma delicada.
Disponha a massa numa forma de bundt e leve ao forno cerca de 40/45 minutos. Para saber se está cozido faça o teste do palito.
Retire do forno e deixe arrefecer por cerca de 5 minutos. Desenforme para um bonito prato de servir e deixa arrefecer totalmente. Por fim decore com açúcar em pó, polvilhando assim sobre o bolo o açúcar em pó.









Estamos a poucas horas da noite de Natal, da reunião das famílias em redor de uma mesa repleta de iguarias bem natalícias. Os aromas e sabores já pairam no ar e o sentido do verdadeiro Natal está a bater à porta.
Gosto particularmente desta época festiva. As luzes, as ruas embelezadas e repletas de cor e luz, a música que se faz ouvir em qualquer esquina. Longe das correrias aos shoppings e ao puro consumo, retenho-me e refugiu-me a preparar os últimos presentes. Pacotes de bolachas, umas quantas granolas caseiras, licores ou compotas e até uns chocolates serão alguns dos miminhos com que vou presentear os amigos e familiares. 
A casa prepara-se desde o inicio do mês. É nesse momento que a árvore de natal ganha forma e destaque em plena sala. Decorada com bolas vermelhas e prateadas, estrelas e mais uns quantas peças natalícias, são as luzes que ao iluminarem-na conferem-lhe a sua magia.
O presépio decora o aparador, bem mais modesto ao que eu me habituei e o arranjo de Natal serve de centro de mesa, compondo a mesma e dando-lhe alma e sabor desta estação.
É nesta altura que as memorias de infância que me acompanham, se reforçam. Lembro-me do meu pai me trazer um pinheiro natural e de eu, toda entusiasmada, o decorar com imensas fitas. Das mais variadas cores, umas mais farfalhudas outras bem mais simples, faziam par com as muitas bolas que também vestiam o pinheiro. O presépio feito com musgo natural, que eu própria colhia com os meus pais para uma caixa de plástico da apanha da fruta, chegava a casa e era usado para a preparação de um presépio bem rico, repleto de história e de várias imagens em barro que a minha mãe tinha comprado ao longos dos anos no mercado. A Maria e o São José, atrás o burro e a vaca e ao centro o menino Jesus. O anjo mais acima, os três reis magos, o pastor e algumas ovelhas espalhadas pelo cenário, davam vida ao meu presépio.  Ao seu lado os presentes embrulhados a preceito para serem na noite de Natal, distribuídos e entregues ao seu dono.




A noite e o dia de Natal eram passados em casa dos meus avós ao redor da lareira acesa e do lume que nos aquecia. Atrás uma mesa repleta de doces. Os sonhos e as rabanadas, o leite creme e o arroz doce, o tronco de natal ou o pão-de-ló, assim como o bolo rei não podiam faltar na mesa.

Outros tempos que tento transpor para este Natal. Desta inspiração sai a próxima receita, preparada com toda a emoção e sentimento segue directamente para a mesa de Natal. Um tronco de Natal de sabores modernos, o pistachio como rei, e as framboesas que o decoram e lhe conferem a frescura necessária.
Uma sugestão bem gulosa e altamente viciante que fará da mesa de natal uma mesa mais rica e decadente.

Desta forma desejo a todos os leitores deste cantinho e a todos os que visitam o blog um Feliz Natal e um Ótimo ano de 2018.







Tronco de Pistachio e Framboesas

(receita inspirada daqui)

Ingredientes:

75 gr pistachios
4 ovos
130 gr açúcar
80 gr farinha
2 colheres de sopa de água quente
1/2 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de extracto baunilha
250 gr de framboesas
açúcar em pó q.b.

   *Creme: 500 gr queijo mascarpone
                  100 gr manteiga à temperatura ambiente
                  200 gr de açúcar em pó
                  1/2 colher de chá de extracto baunilha

Preparação:

Comece por picar os pistachios e reservar.
Numa taça bata com a ajuda de uma batedeira eléctrica, por cerca de 5 minutos as gemas com o açúcar. Acrescente a água quente e misture bem.
Bata as claras em castelo e adicione ao preparado das gemas. Vá alternando com a farinha e envolva bem.
Por fim adicione delicadamente os pistachios, o extracto de baunilha e o sal. Misture muito bem.
Unte um tabuleiro (35x30 cm) com manteiga e forre com papel vegetal untando novamente o papel com manteiga. Coloque a massa no tabuleiro e leve a cozer em forno pré aquecido a 180ºC cerca de 15 minutos.
Retire e deixe arrefecer por 5 minutos. Depois polvilhe uma superfície com açúcar em pó e disponha o bolo sobre ela. Retire o papel e polvilhe também com açúcar em pó. Reserve até estar totalmente frio.Entretanto prepare o creme. Bata o queijo com a manteiga e o açúcar. Aromatize com extracto de baunilha.
Barre o rectângulo de massa com 2/3 do creme, deixando 2 cm nas laterais sem creme e disponha sobre ele as framboesas, reservando algumas para decorar. Enrole com cuidado e coloque num bonito prato de servir. Barre a torta com o restante creme, decore com framboesas reservadas e pistachios picados. Polvilhe com açúcar em pó e sirva.



O frio chegou finalmente, com toda a força como não se esperava. Temperaturas que fazem tirar os casacos bem quentes e as camisolas de lã do armário. Da gaveta retiram-se as luvas que aquecem as mãos e os cachecóis que aconchegam o pescoço.
Confesso que gosto destes dias de frio e de pleno sol. Dias que apesar de tudo, convidam a passeios para desfrutar do azul do céu e dos raios de sol que aquecem a cara. Um passeio numa tarde de domingo, onde encontramos os carrinhos de vendedores de castanhas. Aquele fumo e o seu cheiro tão característico convida a comprar um pacotinho de castanhas assadas e a saborear cada uma de forma lenta, aquecendo assim a alma e as mãos. Para além de as sujar :) Mas no final sentimos o conforto numa tarde fria de Dezembro.
Recordo-me que nos meus tempos de infância, estes dias bem frios em que as temperaturas baixavam muito, eram passados sentada num banco junto à enorme lareira acesa em casa dos meus avós maternos. Os meus pensamentos levam-me até junto daquele lume que crepitava com toda a força, ao seu lado uma cafeteira de água era aquecida para se preparar café. E as brasas eram elas a torradeira de serviço naquele dia. Um papo-seco aberto ao meio era assim torrado que depois recebia uma generosa noz de manteiga. Ainda hoje sinto os cheiros e sabores daquele café e da torrada que me sabia pela vida.

Com o frio chega também um novo mês, Dezembro. Último mês do ano, mês do Natal e das suas celebrações, mês que antecipa a chegava de um novo ano e com ele novos sonhos, novos objectivos, outras resoluções.
Dezembro é igualmente o mês das listas intermináveis de presentes, da correria às grandes superfícies ou aos centros comerciais. As ruas iluminam-se, as árvores de natal e os presépios ganham vida por algumas semanas e as músicas de natal ouvem-se em cada esquina.

Cada vez mais prefiro aproveitar este mês de uma forma mais simples e sem grande azafama e confusão. Fazer as minhas compras de Natal de forma mais antecipada ou preferir oferecer pequenos presentes preparados cá em casa. São sempre excelentes ideias, e mais interessantes. Depois preparo pequenas reuniões com os amigos ou com a  família cá em casa, no sossego e conforto, em redor de uma mesa bem composta de coisas boas e com a lareira acesa como cenário de fundo.






E são as castanhas, a rainha da nova receita que aqui partilho. Depois de um Novembro bastante ausente do blog, estou de volto e espero que com muitas mais receitas para partilhar. O trabalho, umas semanas adoentada e depois uns dias de férias ditaram este meu afastamento e ausência. A receita que hoje partilho já está preparada à algum tempo, mas é esse tempo ou a falta dele que dita as regras.
Assim,  alguns meses atrás fui desafiada pela revista Portugal de Sabores e Tradições, a criar uma receita para a rubrica Ingrediente Secreto da edição do mês passado. Nesta rubrica são convidadas três bloguers a criar uma receita cujo ingrediente é secreto. Para a última edição o ingrediente em destaque foi a Castanha. Um fruto desta estação rico em vitaminas e potássio. Assadas ou cozidas, usadas em doces ou salgados a Castanha liga na perfeição com qualquer receita que reconforta o estômago e a alma.




Assim, a pensar nos lanches, ou naquele doce que casa na perfeição com um chá ou um café, criei uns Pasteis de Castanha. Simples de preparar, são compostos por uma massa fina e bem crocante que suporta um creme de castanha super cremoso. O pastel torna-se estaladiço por cima, fruto do açúcar em pó.

Apreciem este pasteis, tanto como eu apreciei!!





Pasteis de Castanha


Ingredientes:

·         Para massa:
250 gr Farinha tipo 65 sem fermento
60 gr banha de porco
1 colher de café de sal fino
Água tépida q.b.
Banha para untar

·         Para recheio:
350 gr açúcar
280 ml água
9 gemas
150 gr puré de castanha (cerca de 450 gr com casca)
80 gr de nozes moídas
1 pau de canela
1 colher de chá de canela em pó
Açúcar em pó q.b.

Preparação:

Comece por fazer um corte nas castanhas e levar a cozer em água temperada com sal. Depois de cozidas retire-lhes a pele e com a ajuda de uma picadora pique tudo muito finamente. Até ficar um puré.
Prepare entretanto a massa. Numa taça coloque a farinha, o sal e a banha. Amasse bem. Vá juntando água até a massa ficar moldável. Transfira a massa para uma bancada e trabalhe bem a massa, amassando a mesma.
Estenda a massa com a ajuda de um rolo até ficar muito fina e forre com a massa pequenas formas de pastel que foram previamente untadas com banha.
Para o creme, leve ao lume o açúcar com a água e o pau de canela até levantar fervura. Noutro recipiente misture o puré de castanha, as nozes picadas muito bem, a canela em pó e as gemas. Misture tudo. Quando o preparado da água estiver a ferver junte a este preparado das gemas misturando muito bem. Leve novamente a lume brando mexendo sempre até o creme engrossar ligeiramente.

Verta o creme para as formas e polvilhe com bastante açúcar em pó. Leve ao forno pré aquecido a 230ºC, numa grelha superior a cozer cerca de 25 minutos. Retire e deixe arrefecer antes de servir. Poderá polvilhar com mais açúcar em pó antes de servir.